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O direito de não ler o código
O direito de não ler o código

O autor de Clean Code passou décadas nos lembrando que ler código é a maior parte do trabalho. Essa semana ele disse que parou de ler o que os agentes dele escrevem, e que a confiança vem de outro lugar: um cerco de constraints com testes, métricas, mutation testing e coverage. Concordo, e explico com as ressalvas que importam: o cerco tem anatomia, e o papel do humano muda de inspetor para projetista.

A máquina dá o primeiro não: Spec-Anchored Agentic Development
A máquina dá o primeiro não: Spec-Anchored Agentic …

O agent escreve em vinte minutos, você gasta a tarde revisando: gerar código ficou barato, verificar continua caro, e você virou o gargalo. Depois de mais de um ano refinando um guideline de desenvolvimento com agentes, documento aqui a filosofia e a prática do que chamo de Spec-Anchored Agentic Development: uma spec por capability como âncora da verificação, contexto em três camadas, a máquina dando o primeiro não antes de qualquer review humano, e autonomia conquistada por classe, com evidência em vez de fé.