Testes
O direito de não ler o código
O autor de Clean Code passou décadas nos lembrando que ler código é a maior parte do trabalho. Essa semana ele disse que parou de ler o que os agentes dele escrevem, e que a confiança vem de outro lugar: um cerco de constraints com testes, métricas, mutation testing e coverage. Concordo, e explico com as ressalvas que importam: o cerco tem anatomia, e o papel do humano muda de inspetor para projetista.
